segunda-feira, 5 de abril de 2010

As estações mudam para avisar que o tempo está passa...


Está cada vez mais difícil manter o ritmo de 1 post por semana. O tempo continua delicioso, e eu ainda não me cansei de ficar como jacaré quase que o tempo todo no sol! Com um livro, com uns amigos,  com uma máquina fotográfica... lá vou eu curtir o sol na pele (devidamente protegida com algum FPS15 ou mais, lógico!).
Na semana passada, apesar do sol e tempo ameno, as árvores ainda pareciam adormecidas. Aí eu queria saber como e quando é que a primavera ia de fato parecer primavera. Como é que aquele monte de galhos secos e ásperos poderiam ficar cheios de flores e folhas? Então eu saí pelos jardins procurando pistas da mudança de estação. E não é que eu achei!? Escondidinhos (ou nem tanto), estavam um monte de brotinhos nos galhos. Aproveitei para exercitar um dos meus novos hobbies: fotografar:
Hoje esses brotinhos já estão bem maiores e bem mais óbvios. Daqui uns dias coloco umas novas fotos deles.

Enquanto as flores desabrocham, a vida por aqui não mudou muito. Continuamos fazendo nossos programinhas gostosos com os brasileiros (churrascos, jantares, cinemas...) e, agora que o tempo está agradável, o clima de colônia de ferias fica ainda mais acentuado. Basta sair na rua para colocar o lixo na rua para encontrar um amigo indo jogar tênis, um outro passeando com o cachorro, um outro que está voltando da faculdade... e quando percebemos estamos em uma rodinha de 5 ou mais pessoas batendo papo ao por do sol.

O Bruno tem trabalhado bastante no projeto desse final de 1˚ ano. Mas pelo menos ele está conseguindo ir um pouco mais na academia e tem cozinhado mais também (ó, ele que quer ir para a cozinha... ele gosta do fogão, então eu dou o maior apoio!!!).

Já pedimos a emissão das nossas passagens para o Brasil, mas ainda não temos a confirmação de emissão dos bilhetes. Bruno deve ir dia 14/maio e eu dia 28/maio (devo fazer um curso dos dias 23 a 26 em Chicago). Estamos muuuito felizes por podermos voltar ao Brasil e passar alguns meses com nossos queridos (e um pouco assustados também por nos darmos conta de que o primeiro ano aqui praticamente já passou! Ai... como o tempo passa rápido... daqui a pouco estarei fotografando as cores do outono novamente!).

Bjs,
Lili

segunda-feira, 29 de março de 2010

Meu aniversário!



Eu ia preparar algumas fotos para falar mais sobre a primavera aqui no blog (já que a semana passada não teve muita coisa de especial), mas eis que fui surpreendida, na última quinta-feira, com um baita presente de aniversário: um final de semana em um hotelzinho charmoso em uma cidadezinha charmosa aqui de Michigan!Então na sexta-feira eu e Bruno saímos daqui de Ann Arbor à tarde e fomos para Saugatuck, que é uma cidade (quase uma vila) há umas 2,5 horas daqui, e que fica na beira do lago Michigan.

O Bruno descobriu esse canto através de um colega da faculdade que conhece bem o estado (ele é daqui) e que, pelo que pudemos comprovar, tem um ótimo bom gosto! Saugatuck é colada em Douglas (uma outra cidadezinha) e ambas compartilham um astral delicioso difícil de explicar. Mas vou tentar descrever um pouco do que experimentamos lá: Saugatuck tem uns 4 quarteirões entre as 2 ruas principais que são recheados de lojas de decoração e artigos para casa, muitas galerias de arte, restaurantes cheio de personalidade, boutiques de especiarias culinárias e um deck de madeira beirando o lago, para caminhadas desinteressadas. As construções da cidade compartilham a inspiração arquitetônica, e o resultado é um visual super harmônico e organizado sem ser entediante (até porque não dá nem tempo... a cidade é tão pequenininha que o passeio termina antes do tédio chegar!).
Além dos passeios no centro e na praia do lago Michigan (de areia clara e fininha), curtimos muito o hotel em que ficamos hospedados. Estilo europeu, bem intimista, com um cardápio pra lá de gourmet! O jantar do sábado, por exemplo, foi uma degustação/harmonização de pratos e vinhos que incluía atum, cordeiro, empanadas argentinas, sopas adocicadas e queijos variados acompanhando 6 taças de vinhos. Tudo muito bom, muito gostoso... o problema foi tentar dormir depois de tanta comida e bebida... difícil... foi bem difícil.... Mas acordamos no dia seguinte (MEU ANIVERSÁRIO) prontos para o café da manhã. Tinha um vaso de flores lindas me esperando na mesa (dá-le Bruno de novo!) e meu prato veio com uma velinha! :-D


O final de semana de aniversário continuou perfeito depois que voltamos para Ann Arbor: recebi muitas ligações queridas, muitos emails, mensagens e, no final do dia, mais de 20 amigos brasileiros vieram comer pizza aqui em casa! Foi um final de semana inesquecível!!!
Obrigada a todos que me mandaram vibrações positivas direta ou indiretamente, com mensagens e ligações ou mesmo com pensamento distante. Valeu mesmo, do fundo do coração!
(a foto abaixo foi tirada no finzinho da festa... quase todo mundo já tinha ido embora...):

É isso! As fotos da primavera ficam para o próximo post!

Bjos,
Lili
PS: mesmo tendo taaaantos momentos deliciosos ao longo do final de semana, o melhor de todos foi ouvir o Andrezinho cantando “Parabéns pra Você” no telefone tão espontaneamente e tão inteiro em cada palavra... quase chorei...

sexta-feira, 19 de março de 2010

A primavera está chegando

Desde que chegamos do Hawaii estamos testemunhando a mudança de estação por aqui. Essa semana os dias foram de sol e temperatura por volta dos 15C durante o dia. O pouco gelo que ainda podia ser visto em alguns cantos da cidade já derreteu, e a grama parece estar recuperando o seu verde. A folhagem das árvores ainda não se manifestou, mas se depender dos esquilinhos saltitando pelos galhos, logo logo as folhas e flores acordam para saudar a primavera! A câmera fotográfica já está a postos!

Ano passado eu achava engraçado ver a mulherada usando chinelo de dedo, regatas e shorts em temperaturas abaixo dos 20graus. Achava um exagero, uma exibição de pele desnecessária e quase que desesperada. Pois bem... depois de um inverno passado aqui (ainda que relativamente suave para os padrões de Michigan), eu entendo profundamente o desespero para usar chinelos de dedo, regatas e shorts... Eu mesma, apesar de ainda não me enquadrar nesses trajes, tenho ido tomar sol todo dia na pracinha aqui do lado de casa. Pego um livro, uma garrafinha de água e um óculos escuro e vou pra lá, passar uma horinha debaixo do sol, fazendo vitamina D! Tããããão bom...

Bom, à parte minhas horas ao sol, essa semana não teve nada de grandioso. Muitos eventos (tanto com os amigos brasileiros e como com os internacionais): desgustação de vinhos, churrasco, boliche, chá da tarde, passeio em um novo shopping perto de Detroit.... um pouco de tudo. Hoje à noite tem um concerto e o final de semana está aberto a qualquer programação interessante! 

Nossa passagem para o Brasil ainda não está agendada, mas assim que tiver mandamos notícias!

Bjos e... mandem notícias também...
Lili

PS: estou digitando do meu computadorzinho novo que tem um teclado inglês, não configurado para as particularidades da língua portuguesa. Então se faltar algum acento ou cedilha nos próximos textos, pode ser por distração ou por preguiça mesmo... ainda estou me acostumando a contorcer meus dedinhos para teclar os atalhos que me levam aos agudos, circunflexos, cedilhas....

sábado, 13 de março de 2010

Finalmente: HAWAII (parte 3)

Continuação da viagem ao Hawaii (ainda em ordem cronológica).

Dia 28/fev: chuva... muita chuva...

Dia 01/mar: PRAIAS e LU'AU
Depois de 2 dias praticamente perdidos (turisticamente falando, porque o primeiro dia foi o "do tsunami" e o segundo dia foi muito proveitoso para descansar e curtir um bom papo com os amigos), resolvemos começar a explorar a ilha pela costa oeste (onde estávamos hospedados). Aí deu para entender porque o Hawaii é o paraíso dos surfistas. Ondas lindas, enormes, muito longas, quebrando em tubos perfeitos, água de um azul transparente e brilhante. Fantástico, lindo, hipnotizante. Rodrigo e João (primos), vocês têm que ir para lá! E o interessante é que vimos algumas áreas para surf que não eram praias. Eram apenas um pedaço do mar! O surfistas desciam pelo barranco, chegavam em uma pedras e de lá se jogavam no mar e iam remando para onde as ondas se formavam. Demais!
Como o dia foi mais light, à noite decidimos ir a um autêntico Lu'au (é assim que se escreve luau no Hawaii!). Lu'au nada mais é do que uma celebração de algum evento, como aniversário, casamento, nascimento de filhos, formatura... Em geral eles assam um porco inteiro, dançam a Hula e cantam. Foi super interessante conhecer um pouquinho mais da cultura havaiana através desse show. Tirando o vento que soprava muuuuito forte (e como venta naquela ilha...), a experiência foi ótima!

Dia 02/mar: PÉ NA ESTRADA
Existe uma cidade na costa leste de Maui chamada Hana. A cidade é bem pequenininha, não tem absolutamente nada demais. Nem a praia de lá é bonita. Mas essa cidade é muito famosa pela estrada que leva até ela, a famosa "Road to Hana". Para ser poética, posso dizer que Hana é uma metáfora da vida: o que importa não é o destino, mas é o caminho. É uma estrada estreita, com muitas curvas onde só passa um carro por vez, que ora beira o oceano, ora passa no meio da floresta (quase que debaixo de cachoeiras). São uns 60km que merecem ser muitíssimo bem aproveitados. Até porque, se não forem bem aproveitados, a viagem toda parecerá um grande desperdício de tempo (porque Hana não tem nada mesmo...).

Esse passeio foi bem cansativo. Saímos às 7 da manhã e chegamos no hotel de volta umas 8 da noite. Apesar de mega cansados (principalmente os motoristas), decidimos aproveitar o bom tempo para acordar no no dia seguinte de madrugada para ver o nascer do sol. Ops, esse é assunto para o dia 03.

Dia 03/mar: MÃO NAS NUVENS
Um dos passeios mais 'famosos' da ilha é ir assistir ao nascer do sol do alto do vulcão (inativo) Haleakala. Então às 3:30hs da manhã já estávamos no carro, e depois de umas 2 horas na estrada chegamos ao topo do vulcão, a mais de 3.000 metros de altura. Ainda estava noite, e era essa mesma a intenção: chegar lá com o céu ainda bem escuro, para poder ver cada nuance do nascer do sol.

Pode parecer meio besta achar o máximo ver o nascer do sol no Hawaii, afinal de contas, no Brasil temos milhares de kilômetros de praias dispostas a nos apresentar as alvoradas mais lindas do mundo, todos os dias. Então qual a graça de subir em uma montanha para ver mais um nascer do sol? Bem, primeiro: quem aí acordou de madrugada na última ida à praia para ver o amanhecer?!?!? Segundo: não é subir em qualquer montanha... é uma montanha muito alta. Alta o suficiente para ter seu topo acima das nuvens. Então o nascer do sol não é em um horizonte de mar, mas num horizonte de nuvem (que parece um mar fofinho!!!). E não é como ver as nuvens de um avião, porque no avião não dá para encostar, não dá sentir o geladinho da água meio evaporada e meio líquida...(e bota geladinho nisso).

Acho que esse é o encanto do passeio ao Haleakala: é saber (e sentir) que estamos acima da nuvem e é ver o sol, que nasce todo dia, de um jeito diferente (e lembrar que a beleza está nos olhos dispostos a ver a beleza, afinal, o sol 'tá lá todo dia, mas no dia 03 a gente acordou disposto a admirar o espetáculo!).
Na descida da montanha eu só lembrava da tia Vera e do tio Danilo, porque tem uma galera que sobe a montanha de madrugada de van e, quando o sol nasce, desce os ~50km de bicicleta. Baita passeio legal!

OBS: as pérolas desse passeio foram:
- André colocou para tocar "Here comes the sun"(The Beatles), quando o sol começou a nascer. Todos os turistas em volta se divertiram!!!
- Thiago exclamando, com tom de surpresa: "o sol é redondo!!!"
- Bruno dormindo em pé!
Dia 04/mar: VIDA LOCAL
No último dia "útil" no Hawaii o plano era ir mergulhar, mas devido ao vento forte não havia saídas de barco. Então ficamos curtindo a piscina e a praia do hotel (que é uma das mais bonitas da ilha), e à noite fomos até a cidade de Lahaina, bem próxima do hotel. A cidade é muito charmosa, com as lojinhas na beira do mar vendendo pérolas (que são super abundantes por lá), camisas e vestidos floridos, quadros, souvenirs em geral, ótimos restaurantes.... acho que tirando as pérolas, é uma cidadezinha de praia típica.

E falando em 'típico', o abacaxi é bem popular no estado, e é reconhecido nos EUA inteiro pela sua qualidade. Nós provamos o abacaxi havaiano e, de fato, é beeem docinho. Mas nada que não se encontre no Brasil. Lá também tem muita cana (caldo de cana, palito de cana...) e frutas tropicais. Hummm... nada de novo para a gente... o Brasil ainda dá de 1.000 em termos de frutas!

Outra coisa bem comum no Hawaii, principalmente entre Dezembro e Abril, são as baleias jubarte. Durante essa época elas estão em período reprodutivo, e vão para as ilhas Havaianas para fugir das orcas, que gostam dos filhotes de jubarte, mas não gostam das águas quentes dos trópicos. Era muito legal ficar olhando para o mar procurando jatos de água e, assim que a gente via um, era só apertar a vista para ver as baleias na superfície da água.

Dia 05/mar: fim!
Sexta-feira foi o dia de empacotar e voltar para Ann Arbor. A saída do avião foi super pontual, o vôo foi super tranqüilo, e chegamos aqui em Michigan a tempo de ver o 3º nascer do sol da viagem (o primeiro foi no dia do tsunami, o segundo foi no Haleakala).

Agora é voltar à vida normal e começar a pensar na próxima viagem!
:-D

Mahalo por nos acompanharem aqui no blog, e aloha!

Bjs,
Lili

PS: Mahalo é obrigado em havaiano, e Aloha é um misto de oi, tchau, bem-vindo, saudações...

Finalmente: HAWAII (parte 2)

Continuação da viagem ao Hawaii (ainda em ordem cronológica).

Primeiro dia: TSUNAMI

Chegamos no Hawaii no dia 26 à noite, e quando fui checar a temperatura local no celular me deparei com um alerta de tsunami para a manhã do dia 27 (esse aplicativo de celular sempre avisa sobre riscos de tempestade de neve, furacão, inundações, rajadas de vento... enfim, qualquer tipo de evento climático que coloque em risco a população).

Não sei descrever exatamente o que senti na hora que vi esse alerta. Acho que a melhor definição para esse momento é: "hããããããããã????". Veio um filminho na cabeça com todas aquelas imagens do tsunami de 2004 na Indonésia... eu tentava aquietar meus neurônios, não queria ficar pensando nessas imagens trágicas, mas ao mesmo tempo eu não tinha nenhuma outra informação na cachola relacionada à tsunamis...

Assim que chegamos ao hotel pedimos mais informações na recepção, querendo entender como os locais reagem aos alertas de tsunami. Apesar do recepcionista nos tranquilizar, avisando que um comunicado oficial mais preciso seria emitido às 6hs da manhã, acordamos às 4hs com nossos amigos ligando, avisando que o tsunami estava confirmado. Decidimos ir ao supermercado, comprar alguns mantimentos básicos e dirigir para o morro mais perto. Enfrentamos uma baita fila no supermercado lotado e chegamos no morro por volta das 5:30hs, onde encontramos váááário carros parados na beira da estrada.

Ficamos ouvindo no rádio as previsões de hora e intensidade do tsunami com um misto de tédio e medo. Sabíamos que estávamos seguros (lemos e seguimos direitinho as instruções que constava na lista telefônica), mas ao mesmo tempo estávamos preocupados com o estrago que esse evento poderia fazer na ilha. Então passamos o dia mais ensolarado da semana ficamos das 5:30 da manhã às 2:30 da tarde assistindo aos barquinhos irem para o meio do oceano (onde é mais seguro), batendo papo com os vizinhos de carro, dormindo e ouvindo rádio. Quanto mais perto chegava a hora da onda chegar, mais "precisas" eram as informações: "uma onda de 3 metros de altura com uma velocidade de mais de 300km/h vai atingir a Big Island e chegará em Maui ainda com muita força. Todas as praias da ilha estão ameaçadas...". Até que chegou a hora da onda atingir a primeira ilha, e nada aconteceu. Depois de uma hora nada ainda tinha acontecido, e as previsões de ondas maiores de 3 metros evaporaram. A única coisa que realmente aconteceu e que pudemos ver, mesmo sem nos darmos conta de que era efeito do tsunami, foi uma sutil alteração na cor do mar bem ao longe. O mar passou de azul para meio amarronzado. Nada além disso...
À 1h da tarde soaram as últimas sirenes de alerta (que tocavam de hora em hora para evacuar as áreas de risco desde às 6 da manhã), e meia hora depois foi dado o "all clear", que é o aviso oficial das autoridades informado que Maui estava fora de risco. Aí quando decidimos voltar para o hotel a sensação foi um misto de felicidade por podermos começar a curtir nossa semana de sol, alívio por não ter acontecido nada de ruim, um pouco de medo de uma onda desavisada chegar a qualquer momento (já que erraram na previsão da chegada, quem garante que não podiam errar na previsão de "não-chegada"?!) e, por fim, uma pitadinha de frustração... dá até um pouco de vergonha lamentar o não acontecimento do tsunami, mas é que depois de todo o auê e nervoso que passamos, acho que queríamos ter visto pelo menos uma ondinha inofensiva...
Enfim, depois do susto ter passado, voltamos para o hotel, descansamos um pouco (pois não tínhamos dormido praticamente nada nas últimas 40 horas) e curtimos o restinho de sol na praia do hotel.
Seguem algumas fotos desse primeiro dia:

No próximo post conto o resto da viagem!

Aloha!
Lili

Finalmente: HAWAII (parte 1)

Hoje faz exatamente uma semana que eu e Bruno chegamos do Hawaii. Depois de uma semana em Maui, nós chegamos em Ann Arbor no sábado passado por volta das 6 da manhã. E, em um piscar de olhos, mais uma semana se passou e já é sábado de novo. O tempo passou tão rápido que não consegui parar nem 1 horinha para escrever aqui no blog... sorry, desculpa, scusami, pardon... essa semana foi atipicamente cheia de eventos e compromissos, e eu ainda estava me acostumando com o fuso horário (ou seja, dormi no meio da tarde quase todo dia!!!).

Então vamos lá, vou tentar contar um pouquinho sobre nossa viagem em ordem cronológica, começando com um resumo das informações mais básicas:

QUANDO: do dia 25/fev a 05/mar

QUEM: eu, Bruno e mais 2 casais de amigos (que também foram para a Disney conosco)

ONDE: Hawaii
ONDE MAIS ESPECIFICAMENTE: Maui, que é 2ª maior ilha do estado, mas não é a mais populosa. É conhecida por ser um Hawaii mais "puro", por não ser tão industrializada quanto Oahu (onde fica a capital Honolulu), nem tão rústica quanto Lanai.
Como esperávamos encontrar um Hawaii menos urbanizado, foi uma grande surpresa quando chegamos à ilha e, no caminho do hotel, nos deparamos com Home Depot, WalMart, Outback, Taco Bell, Office Max, Old Navy... todas essas lojas são grandes redes de lojas ou restaurantes, presentes em praticamente toda grande cidade americana. A ilha tem uma baita infra-estrutura, começando pelas estradas e ruas super bem pavimentadas e sinalizadas. Não tem nada a ver com aquelas imagens de praias paradisíacas inacessíveis que eu tinha na minha cabeça. Acho que o único detalhe na cidade que nos fazia lembrar que estávamos no meio do Pacífico, a pelo menos 6 horas de vôo de qualquer outro continente, era o preço das coisas por lá. A gasolina, por exemplo, era pelo menos US$1.00 mais caro do que em Ann Arbor.

PORQUE HAWAII: a razão número 1 de termos escolhido Hawaii como destino no último break foi a temperatura. Queríamos dar um tempo nas botas acolchoadas para usar chinelo de dedo. A razão número 2 foi que tinha um pacote com um preço muito bom, e sem dúvida visitar o Hawaii viajando daqui é bem mais barato do que partindo do Brasil. Além do preço ser melhor, a razão número 3 é que o Hawaii é looooonge. Mas é menos longe de Detroit do que é de São Paulo...

Vou contar mais detalhes da viagem no próximo post (senão esse texto vai ficar gigante...). Mas já vou colocar aqui algumas fotos gerais da paisagem que encontramos por lá para vocês já irem entrando no clima.
Aloha e até daqui a pouco (no próximo post)!
Lili