segunda-feira, 31 de janeiro de 2011

Vista da janela do trabalho

Hoje é meu último dia de trabalho. Entregarei o projeto e estarei de férias pelos próximos meses!
Enquanto não termino o que preciso terminar hoje, aprecio a vista da janela. O sol finalmente apareceu! Fazia tempo que o cinza dominava a paisagem por aqui... Estava bem triste...
Mas olha só bem essa foto, que não nos deixa iludir: está sol, mas o frio continua grande. Qualquer gotinha d'água que ousar derreter vira gelo na hora!!!


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domingo, 23 de janeiro de 2011

Recorde de frio em Boyne

Brrrrs.... Estou escrevendo este post aqui de Boyne, que é um resort de ski no norte de Michigan. Viemos na sexta, e voltaremos daqui a pouco para Ann Arbor (Boyne fica umas 4,5hs de lá).
Essa viagem é organizada pela faculdade, e vem uma baita galera do MBA. Todo mundo fica hospedados em casas p/ 8 pessoas. É um esqueminha bem legal, o único problema esse ano foi o frio que fez (e está fazendo).
Impossível ficar fora de casa. O Bruno até esquiou, mas o frio estava insuportável, literalmente! O ser humano não foi feito para viver nessas condições... O corpo não suporta!!!
Enfim, essa telinha aí é a temperatura (e a sensação térmica - feels like) nesse exato momento: -33C. Uuuuui...



Bom, vou levantar da cama agora e preparar as coisas para voltar pra casa.
Bjs gelados,
Lili

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terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Nada de novo

Ois!


Dei uma pausa no trabalho para dar uma descansada na vista (dor de cabeça está me matando...), e aproveitei para passar aqui e dar um 'oi' (ok, ainda não estou descansando a vista, mas estou matando a saudade do blog e parando de pensar em pasta de dente um pouquinho - mote do meu último trabalho).


Desde que chegamos de viagem eu tenho trabalhado bastante e o Bruno estudado bastante.
Já encontramos a maioria dos nossos amigos por aqui em jantares, sessões de cinema e encontros descompromissados. Tem nevado muuuito, a paisagem está linda e mais gelada do que nunca (temperaturas abaixo de -10C já são uma constante). Nada de novo! E é por isso que não tenho escrito.


Acho que a única coisa diferente, digna de post, é estarmos vivendo uma mistura de sentimentos diferentes desde que chegamos de volta das férias, e que uma amiga descreveu bem: "alívio por já ter passado aquela fase de recrutamento, e o emprego já estar garantido; tristeza por já vislumbrar o fim do MBA e da vida deliciosa de Ann Arbor; ansiedade para começar a organizar a mudança e frio na barriga de voltar para o Brasil."


Temos certeza de que a volta para o Brasil será maravilhosa. Mas como isso é futuro, deixa para lá. Vou aproveitar cada momento presente. E isso significa, nesse exato momento, fechar o computador um pouquinho e ir dar uma descansadinha (e torcer para eu acordar sem dor de cabeça!).


Bjs,
Lili

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Imagens de Tampa, Orlando e New Orleans

Como não temos muitas fotos da viagem ainda (a Ma ainda vai mandar, né Ma?!), preferi colocar as fotos direto aqui no blog, ao invés de deixar na janelinha de "slide show".
Em Clearwater (perto do Frenchy's, restaurante na beira da praia delicioso)
Em Clearwater (perto do Frenchy's, restaurante na beira da praia delicioso)
Scott terminando de preparar o 'fried turkey' (peru frito). DE-LI-CI-O-SO!!!
Mesa de Natal pronta para o ataque!
Bruno preparando caipirinha de limão
E Ma preparando caipirinha de morango.
Mark e Bruno ensopados depois que nós os bombardeamos de água (estava friiio).
Nessa foto só faltou o Matt e a Megan 
Uôu.... em Hogwarts!!!!
Ainda em Hogwarts (é fantástico como eles reproduziram o cenário de Harry Potter...) 
Time do risoto
Time do lava cake
Flagra da Amelinha limpando a panela do lava cake!
Kaly e Isabella querendo participar dos preparativos na cozinha
Em New Orleans
Rio Mississipi
Restaurante de ostras que o Bruno comentou.
Audubon Park (próximo do Garden District)
Jackson Square, em frente à catedral.
Atrás da catedral
Em uma das ruas do French Quarter
Em uma das ruas do French Quarter
Famosa Bourbon Street
Barzinho que Bruno comentou

Bruno no French Market, esperando para comprar café
Em alguma praça perto do French Quarter
Foto temática no Riverwalk
A trupe!
Em New Orleans tudo é música. Esse videozinho foi feito na Royal Street, com algum violinista de rua tocando ao fundo.
Esse video está bem mal feito (estava aprendendo a filmar com a câmera nova). Estou postando para mostrar a musiquinha de fundo, que vem das chaminés do navio Natchez. É interessante no começo, mas depois fica bem irritante...
Esse vídeo é só para dar uma idéia do que é a Bourbon Street à noite (e o Bruno tomando a tal da Hand Granade).

Who Dat!!*

Como previamente anunciado por minha amada esposa, fiquei encarregado (sem pressao**) de escrever sobre nossa surpreendente viagem a New Orleans. Falo surpreendente porque, apesar de uma simpatia nutrida previamente pela cidade (pura e exclusivamente baseada em intuicao), nossa expectative estava baixa por conta de pouca pesquisa e idas e vindas no planejamento de nosso fim de ano.

Com duas semanas a nossa disposicao, tinhamos como certo o Natal na casa da Amelinha (maravilhoso como a Lili ja vos apresenteou) e mais muitos dias a preencher. Na correria da nossa rotina, acabamos deixando as reservas para muito tarde e nossas ideias iniciais (cruzeiro ou all-inclusive no Caribe) acabaram ficando proibitivamente caras. Aos 45 minutos do segundo tempo, do nada me veio a cabeca a ideia da intrigante pero desconocida New Orleans que simpaticamente morava no meu inconsciente (acho que por conta de entusiasmados comentarios de Tio Beto em algum almoco de sabado ha muito tempo atras). Pois bem, depois de um rapida procura no Priceline (um dos nossos sites preferidos para barganhar), encontramos um Sheraton na Canal Street (crème de la crème da cidade segundo reviews) por uma pechincha. Empolgado por aquele achado e depois de nao encontrar passagens aereas muito baratas, abri o Google Maps e vi que New Orleans estava “apenas” a 10 horas de carro de Tampa (como voces podem ver a empolgacao e miopia era grande). Embalado, tratei de coordenar rapidamente com a Ma e o Fran que devem ter aceitado por cansaco depois de tantas reviravoltas. Com este quê de improviso, tao conectado com o berco do Jazz, aparentemente resolvemos nossa vida.

Ja no comforto do lar da Me (aka Amelinha), entre uma refeicao deliciosa aqui e um vinhozinho ali, sempre que falavamos da nossa trivial “road trip”, recebiamos como resposta um sabio “Are you sure??”. Ninguem conseguia entender como conseguiriamos aguentar mais de 20 de horas de carro por meros 4 dias em NOLA (abreviacao de New Orleans). Resolvi dar uma espiadinha novamente nos sites de passagem, e encontrei uma da Delta (nosso carma) por um preco legal. Imediatamente liguei para Ma que com alivio aceitou (eles tambem tinham sido bombardeados por “Are you sure???”). No embalo, comprei as quatro passagens com escala em Atlanta e nao me atentei que a data de retorno estava errada. Indo e voltando no site da companhia, nao vi que a data tinha mudado do planejado dia 30/12 para 30/01 (um mes depois!!). Para completar a lambanca, tinha comprado por um site promocional que nao aceitava reembolso e cobrava uma nota por qualquer alteracao. Depois de muito me debater e resmungar, aceitei o conselho de uma noite bem dormida para tentar resolver no dia seguinte no aeroporto. Dito e feito. No dia seguinte, os Deuses sorriram para nos. Por conta de tempestades em Atlanta, varios voos tinham sido cancelados ou estavam com grande atraso. Era o que precisavamos para negociar no balcao da Delta e conseguirmos nossos reembolso por justa causa. Em seguida, achamos passagens diretas pela Southwest (cia muito boa) por um preco descente.

(Meu Deus! Tres paragrafos e voce ainda nem chegou em New Orleans. Acelera Rubinho!!)

OK OK! Voltando a terra do Jazz e do “Who Dat”, vou abandonar este approach cronologico para descrever o que vimos e vivemos por la. New Orleans é uma cidade com muito “soul” (alma) e personalidade para ser enquadrada assim.

A cidade expressa o caldeirao cultural que e em sua arquitetura, culinaria, musica, cultura e jeito de ser. Fundada pelos franceses em 1718, “La Nouvelle Orléans” nasceu como capital da Louisiana (em homenagem a Luis XIV) e forte para proteger as riquezas do interior da colonia francesa na America do Norte. Sua localizacao estrategica as margens do rio Mississipi, primeira grande avenida dos EUA que conectava os estados do Sul com os do Norte, logo fez da cidade um grande e rico centro comercial, despertando a cobica de outras forcas europeias. Da alternancia entre o dominio frances e espanhol, a cidade finalmente foi parar nas maos dos americano depois que Napoleao vendeu o estado da Lousiana. Maior porto comercial do rico (algodao e acucar) e escravocrata Sul, NOLA tambem foi inundada por “imigrantes” africanos oriundos dos mais diversos cantos do mundo, incluindo nosso Brasil. Em um dos museus de la, descobrimos que a palavra creole, que traduz a culinaria e cultura local, e originaria dos crioulos brasileiros.


Esse caldeirao cultural, acentuado por ondas migratorias de irlandeses, alemaes, entre outros, deu origem a uma cidade unica e cheia de personalidade e nos nao demoramos muito a perceber isso. Na terra que inventou a producao e cultura de massa, New Orleans aparece como uma das excecoes. Sim, ela apresenta bairros modernos e altos arranha-ceus que poderiam ser encontrados em qualquer grande cidade americana, mas o seu charme esta centrado nas antigas e belissimas mansoes do Garden District, evidencias de um passado mais glorioso (antes da Guerra Civil, New Orleans ficava atras apenas de New York), e charmosas ruas do French Quarter, retratos da influencia franco-espanhola. Neste ultimo, bairro mais agitado da cidade, a cada ruazinha que entravamos encontravamos lugares especiais e cheios de personalidade, como o bar Lafitte’s Balcksmith Shop no qual acidentalmente esbarramos e paramos para tomar uma deliciosa cerveja local. Poderia citar o antigo convenento das Ursulinas, a Jackson Square ou a Catedral de Saint Louis como pontos turisticos de destaque no French Quarter, mas New Orleans nao funciona assim. A cidade nao nos conquistou por cartoes postais, mas sim pelo conjunto de sua obra que em sua rica variedade reserva um cantinho especial para cada gosto (acho que a minha rua preferida foi a Royal Street). A “Big Easy”, como New Orleans tambem é conhecida, tambem nos conquistou por sua alma, traduzida na animacao das ruas, na simpatia das pessoas (o Sul dos EUA é o Nordeste brasileiro neste sentido) e na musica (Jazz e outros generos) que invade todos os cantos.


Alem de alimentar nossos olhos e nossa alma, tratamos de alimentar nosso corpo em deliciosos restaurantes. Amparados pelo aplicativo do Zagat no meu Iphone e por otimas dicas do Josh, colega do MBA que e da cidade, comemos muito bem obrigado. Alem de saborearmos items locais como a Mufulletta (sanduichao italiano) no Central Grocery e os acucarados beignets (um doughnut frances) no sempre lotado Café Du Monde, nos aventuramos com iguariais da culinaria creole como Gumbo (tipo de um pirao), Jambalaya (arroz cheio de ingredientes e temperos) e PO Boy, este ultimo um tipo de sanduiche local que pode levar inumeros recheios, incluindo linguica de jacare (o meu otimo pedido!). Dentre os otimos restaurantes que fomos, acho que o grande destaque foi o Acme Oysters. Este foi uma insistente e otima sugestao do Fran que o tinha visto no programa de TV “Men versus Food”, no qual o apresentador tinha ido la e comido mais de 150 ostras. Nao era muito fa de ostra, mas depois do Acme tudo mudou. Nunca tinha saboreado uma ostra tao saborosa em toda minha vida a ponto de ficar triste de ter ja pedido o prato principal no comeco. Essa tristeza logo passou depois que descobrimos que o Acme era muito mais que ostras. Entre a deliciosa sopa de milho e caranguejo que a Lili pediu e o meu suculento PO Boy de rosbife lentamento cozido num molho maravilhoso, é dificil dizer qual melhor (estou com agua na boca so de lembrar). Valeu a espera na enorme e constante fila!


Como estavamos na cidade do Jazz, do Mardi Gras (famoso tipo de carnaval local) e de uma das noites mais agitadas dos EUA, tratamos de aproveitar esse lado de NOLA, ainda que nossos dias de baladeiros ja estao (sem crise) para tras. Alem de deliciosos jantares, nos esprememos no intimista Maison Bourbon para escutar um jazz da melhor qualidade (ainda que nao tenha sido do tipo que mais gosto e que ainda nao sei definer qual é) com direito a Dogao na esquina depois do show, e tomamos a Hand Granade do Tropical Isle, famoso fluorescente drink de receita secreta que vem num copo especial. O gosto é terrivel e a dor de cabeca é garantida, mas valeu pela experiencia inusitada e por ver “wild Marina” segurando o drink pelas ruas da animada Bourbon Street .


Enfim, se voce sobreviveu ate aqui neste longo post, deixo meu PARABENS e OBRIGADO pelo apoio. Em seguida colocaremos algumas fotos da viagem e, assim que a Ma e o Fran nos enviarem as demais, atualizaremos blog. Se puder, nao deixe de visitar a imperdivel e surpreendente New Orleans. E receita certa para um “great time”!

*Grito de guerra do New Orleans Saints, time de futebol americano atual campeao do Super Bowl. Abreviacao com sotaque creole para “Who is that that” da frase” Who is that that says their going to beat those Saints”

**Em determinado momento o blog foi rebatisado (com alguma causa) para “Lili (e Bruno)”

sábado, 1 de janeiro de 2011

1.1.11

Amelinha, Ma, Fran e Mark, na tarde preguiçosa do dia 1.1.11!


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Direto de Tampa: FELIZ ANO NOVO!

Vou aproveitar esse minutos livres aqui em Tampa (Flórida) para contar um pouco como está sendo nosso 'holiday'. Mas antes de começar a narrativa, vou fazer uma breve descrição dos "personagens" desse post, já que muita gente não conhece a família da Amelinha (onde estamos hospedados):
- Amelinha é prima-irmã do Matheus (meu sogro querido), e mora em Tampa com o marido Scott;
- Mark e Matt são os filhos da Amelinha, e moram a poucas horas de Tampa;
- Megan é a namorada do Matt;
- Isabella e Kali são as cachorras de Matt e Mark, respectivamente. Lindas, enormes e fofas;
- Marina é a prima do Bruno, e Fran é seu marido. Moram em São Paulo mas estão de férias aqui nos "esteites"!

Ok, apresentações feitas, vamos ao resumo da viagem até agora:
Viemos para a casa da Amelinha e Scott dia 21/dez, e fomos quase os primeiros a chegar. Isabella já estava aqui. Marina, Fran, Mark e Kali chegaram entre os dias 22 e 23, e passamos a véspera de Natal na Universal, em Orlando. Mesmo tendo visitado o parque em Outubro'2009, nós queríamos muito ir lá novamente para conhecer o recém-inaugurado parque do Harry Potter. Sabíamos que iríamos encontrar a atração lotada, mas mesmo assim decidimos arriscar. Pegamos muita fila, mas a atração valeu cada minuto de espera. Para aqueles que leram os livros ou assistiram aos filmes, é simplesmente mágico... como se estivéssemos passeando pelos corredores de Hogwarts e sobrevando a quadra de quadribol numa vassoura mágica. Demais!
O Natal nós passamos em Tampa mesmo, degustando o delicioso baquete preparado por Scott e Amelinha.

Dia 26 embarcamos (eu, Bruno, Ma e Fran) para New Orleans, Louisiana (sim, a cidade 'devastada' pelo Katrina em 2005). Como o Bruno vai escrever mais sobre esse capítulo da viagem, vou me resumir a dizer que a cidade superou minhas expectativas!

Dia 30 voltamos para Tampa e encontramos a casa completa (com todos os 'personagens' citados acima), e dia 31 fomos todos para Orlando, no Epcot. Amelinha nos alertou sobre a possibilidade de encontrarmos um parque lotado, mas como conseguimos nos divertir na véspera do Natal e já tínhamos hotel reservado em Orlando, resolvemos arriscar novamente, afinal, o show de fogos de artifício nesse parque seriam os mais belos da região. Well, well, well... nós tentamos. Bravamente, nós tentamos. Mas não deu. Passar 16 horas em um parque esbarrando em pessoas o tempo todo e sem conseguir aproveitar as atrações devido às filas de mais de 2 horas e sem nem conseguir sentar em algum lugar que não fosse um cantinho no chão, e não conseguir fazer nada (nem comprar um copo d'água nem ir ao banheiro) sem entrar numa fila pequena que fosse... naaahh... Nós fomos teimosos e erramos por não ter ouvido à Amelinha antes de ir ao parque, mas tivemos dignidade suficiente para não insistir no erro, e deixamos o parque antes memo de escurecer!

Desencanamos do hotel em Orlando (que estava pago até dia 02), e voltamos para Tampa para o aconchego da família. Passamos a virada do ano aqui na casa da Amelinha com toda a família, com um jantar improvisado delicioso, assistindo a contagem regressida pela TV e nos divertindo do nosso jeitinho caseiro e familiar. Sem dúvida nenhuma, foi um ÓÓÓÓTIMO fim de 2010 e começo de 2011!!!!

À toda família e amigos queridos que estão fisicamente longe: o tamanho da minha saudade é igual à força do abraço que gostaria de dar em cada um de vocês nessa época do ano tão especial. Então, sintam-se fortemente abraçados!

Um feliz 2011 para todos, com muita saúde, paz e amor!

Bjão
Lili

PS: A viagem ainda não terminou. Ainda temos 2 dias por aqui (voltamos para Ann Arbor dia 04/jan). Quando chegar atualizo o blog com as fotos.