quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Quase Natal

Observações dos últimos dias:
  • Além de ver as árvores todas peladas, sentir o vento cortando a bochecha e ver os primeiros flocos de neve cair (esse último o mais óbvio dos sinais), existe uma outra forma de perceber que o inverno está chegando: é só observar os esquilinhos pelas ruas. Eles estão muuuito gordinhos, bem preparados para o frio que vem pela frente!
  • Estou sentindo o espírito de Natal aqui muito mais evidente do que senti no Brasil nos últimos anos. Talvez que eu não tenha notado esse astral natalino no Brasil porque eu sempre trabalhei muito nessa época. Talvez eu tenha me envolvido pouco com os 'preparativos' para a data e circulado pouco por lojas e shoppings. Talvez, talvezes... Mas o fato é que aqui, seja porque estou atenta a todos os detalhes à minha volta, seja porque as manifestações são de fato mais notáveis, o Natal se faz muitíssimo presente no dia-a-dia. São musiquinhas tocando nas lojas, supermercados abarrotados de verde e vermelho, propagandas de rádio e TV com jingle-bells, inúmeros lançamentos de 'filmes de família para as festas de final de ano', casas decoradas, ruas iluminadas... só falta a neve cair de vez para terminar de compor a paisagem. Com ou sem neve, não há dúvida: é Natal! Até já montei uma arvorezinha aqui em casa (depois tiro uma foto mais decente e coloco aqui):
Ainda não vou desejar um feliz Natal porque voltarei a escrever antes das festas de fim de ano.

Bjs a todos, e saudades (principalmente quando penso que é Natal...),
Lili

7 comentários:

  1. Fico feliz em saber q vc está sentindo o espírito de Natal, mas ao mesmo tempo,

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  2. Que bom saber da sua experiência num dezembro diferentes dos anteriores. A família Maia Antunes já comprovou o quanto os americanos valorizam detalhes que marcam esta época.
    Estamos/estaremos com vocês sempre, mesmo quando certos períodos exigirem mais dos nossos sentimentos. Com amor, Rosa

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  3. Oi Li,

    Que árvore linda!! Montamos uma arvore pequena, bem pequena mesmo aqui em casa, e o André ajudou a enfeitar. Agora ele está entusiasmado com os vagalumes que colocamos lá fora!
    Saiba que estamos sempre pensando em vocês...
    Quem sabe nos encontramos no ano que vem!!

    Beijos,
    Ana

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  4. Oi Maninha,

    Depois quero ver as fotos dos enfeites com neve natural.

    Beijinhos

    Babi

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  5. Oi Lili,

    Adoro seus posts! Quem sabe não sai um livro dessa experiência internacional?!!!
    Tb não vou desejar feliz natal ainda, ficará para mais tarde!

    Um bjo gde para vcs dois!

    Mari (prima)

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  6. Oi Lica,

    Assim que nevar por ai, manda um pouquinho do frio aqui para o Tocantins

    Abraços Giovani

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  7. Li querida, adoro ler o que você escreve... Faz muito tempo que deixei meu blog, porque no fundo, deixei de ser viajante aqui. Engraçado isso.. Porque depois de 6 anos, a gente passa a querer viver mais, escrever menos, e se formam novos laços, etc. Quanto ao seu comentário sobre o espírito de Natal, faz anos que reflito nesse sentido. Eu acho que no fundo, Li, ele está em nós, e somos nós que esquecemos dele. Quando eu cheguei aqui, tive a mesma sensação que você. Mas ai, depois de três anos morando aqui, me deparei com as mesmas correrias de sempre - faltou tempo pra comprar presentes, faltou tempo pra montar a árvore, faltou tempo pra ver toda a família daqui, e amigos, e cozinhar tudo o que precisava. No fundo, a gente se rodeia de expectativas que são criadas.. E quando a gente viaja, essas expectativas não estão assim, a flor da pele. Por isso essa paz, esse alívio... Claro que tem a neve, e o pinheiro daqui, que ainda é como o Natal é visto pelos brasileiros, o que é uma pena, porque os autos de Natal nordestinos por exemplo, hoje quase esquecidos, são sêcos, quentes, e lindos. Minha avó, que era da Bahia, todo ano punha um galho sêco na sala, e enfeitava com ornamentos feitos a mão. E dizia que desse jeito trazia o galho de volta "a vida" - e isso é uma tradição linda e delicada quase ja esquecida da gente.

    Enfim... Agora que vc sentiu o espírito de Natal, espero que você carregue ele de volta com você quando você voltar. Hoje, eu sinto ele mais forte do que nunca, mas não porque tem neve, ou música de Natal... Mas porque eu escolhi não entrar em shopping, não dar mais presentes, e montar meu presépiozinho, pois afinal, é por isso que celebramos.

    Um beijo grande...
    Fica com Deus,
    Carol

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