
O Bruno ia no sábado à tarde de avião (as empresas que estão recrutando pagam). Eu, para otimizar o orçamento e engrandecer a experiência em terras americanas, resolvi ir de trem. Embarquei no sábado à tarde e, após pouco mais que 4 horas e meia eu cheguei na Windy City ("Cidade do Vento", como Chicago é conhecida)! Como eu gosto de planejar tudo, eu já sabia que ao chegar na estação de trem eu deveria pegar o ônibus nº151 para chegar ao hotel. Então fui seguindo as plaquinhas para os pontos de ônibus e cheguei na calçada onde os ônibus param direitinho. Pois bem, enquanto eu estou ali na rua, toda compenetrada procurando em qual dos 10 postes da calçada era o ponto de parada do '151', eu ouço um "Liiiii"...
Hãããã?! "Liii" sou eu... Mas em Chicago... talvez não... mas ouço novamente "Liiiii" e aí olhei para os lados, meio que como um reflexo. Era o Bruno! Sim, era o Bruno que estava em uma van, chegando do aeroporto, indo para o hotel. A van parou na estação para deixar um dos passageiros que ia pegar o trem e estava atrasado (ao invés de ir direto para o hotel deixar o Bruno, como era previsto, os passageiros concordaram em deixar esse cara na estação primeiro para que ele não perdesse o trem). Enfim, foi uma seqüência de acontecimentos combinados que culminaram nesse encontro tão improvável (quem viu o filme "Benjamin Button" deve lembrar da belíssima cena do atropelamento... foi algo assim, mas sem desastre no final!!!).
A motorista da van deixou que eu pegasse uma carona e, então, eu e Bruno (que havia chegado no aeroporto de Chicago umas 4 horas antes, mas que resolveu ficar lá para aproveitar a internet disponível) seguimos juntos para o hotel, ainda embasbacados com a coincidência.
Chicago estava deliciosa. Apesar das temperaturas bem abaixo de zero, e do vento que fazia questão de baixar ainda mais a sensação térmica, é uma baita cidade (por aqui costuma-se dizer que não existe tempo frio, mas sim roupa inapropriada). Pois bem, mesmo com o frio Chicago é daqueles lugares em que você pode sair andando sem rumo, pois a arquitetura da cidade se encarrega de não deixar o passeio entediante.
Na terça-feira pegamos uma baita nevasca na cidade. Tudo ficou branquiiinho, lindo-lindo! Como estava meio incômodo andar na rua com toda essa neve, resolvi ir ao museu e descobri que no mês de Fevereiro a entrada era gratuita. Fantástico! Até fui lá no dia seguinte ver o resto do museu que eu não tinha visitado (fiquei toda orgulhosa quando vi Niemeyer e os Campanas na sessão de Design e Arquitetura do museu!).
Vou colocar mais algumas fotos aqui no blog diferentes das viagens de Novembro. São fotos do lago Michigan congelado, da pizzaria mais famosa de Chicago (Giordano's) e do Millenium Park (com esse "feijão" prateado, que é como se fosse o Central Park de Chicago).
Voltei para Ann Arbor e encontrei a cidade toda branca também. A nevasca chegou até aqui, mas não causou nenhum inconveniente até agora. Só precisamos ter um pouquinho mais de atenção ao caminhar e ao dirigir. Ah, e vai aí um conselho: quando a temperatura estiver abaixo de zero e você enxergar uma poça de água no chão, não tente pular! Isso porque as bordas da poça d'água ficam disfarçadas de água, mas na verdade elas estão congeladas, ou seja, são de gelo, ou seja, deslizam, ou seja, você cai se pisa nelas, principalmente se você pisa nelas depois de um salto (lembra que você ia tentar pular a poça de água?!). Não faça isso! Ou você cai ou fica com uma baita distensão muscular na perna (que foi o meu caso...).
Essa foto é do 'quintal' daqui de casa. no meio das cadeirinhas tem um espaço para fogueira que está praticamente coberto de neve. Isso porque essa foto foi tirada uns 2 dias depois da nevasca...
Bjocas, Lili







Uau - Hawaii?!?!? Uau amiga... Que delícia!!!
ResponderExcluirOi Maninha,
ResponderExcluirPelo visto deve estar bem frio mesmo. Nunca vi o Bruno tão encapotado. Rsrsrs
Cuidado para não sofrer choque térmico entre Ann Arbor e o Hawaii. Rsrsrs
Beijos
Babi, Rê e Andrézinho
Li
ResponderExcluirPreciso aprender a tirar fotos que mostrem pessoas em movimento, como você aparece numa das poses. Comprei a bendita máquina, mas, ainda não tive orientações sobre como usá-la.
Passei agora oito dias com temperaturas entre 6 e 10 graus. Uma delícia comparada à neve que não cansa de cair para vocês. Beijos, Rosa